Um baiano em São Paulo, parte 2
De sexta pra cá, tantas coisas boas. Café da manhã na padaria, passeio no Ibirapuera, almoço no Biu, passeio na Teodoro, orgia musical com a Liga da Justiça, Pat Metheny Group, Lyle Mays, Toninho Horta, Ivan, Milton, Brian Blade, adesão de um novo membro à já citada Liga, toddy do Lima, feijoada na Nath, momento nostalgia no youtube, Gabriel tocando piano aqui em casa, Genésio com a Nath, churrasco de aniversário na minha avó, mais orgia musical (e dá-lhe Pat Metheny Group), X-salada no Toninho & Freitas. Sem contar os deliciosos e-mails pipocando na minha caixa de entrada.
Sobre a orgia musical, terei um bocado a escrever mais tarde. E estou me corroendo toda por dentro para não dizer desde já o que está para acontecer neste blog. É uma coisa-uau, do outro mundo. E é também o maior mico que já paguei. Perto desse, os outros todos ficam parecendo micos a prazo, micos emprestados. Esse não: é à vista e ao vivo mesmo. E chega, que acabo de dar uma dica e se continuo escrevendo, conto tudo agora.
Seguem então algumas fotos que certamente levarei comigo para New Orleans. Pois as pessoas que delas constam, de alguma forma, já estão em mim.
P.S.: À noite explico a frase do cachorro.








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